Câmara em “pleno das suas funções”

 

 

 

A Câmara de Barcelos já reagiu às medidas de coacção aplicadas no âmbito da “Operação Teia” a Miguel Costa Gomes, presidente da autarquia barcelense.

Perante a decisão do juiz de instrução em decretar prisão domiciliária, a Câmara Municipal  diz que “continuará a acompanhar de forma serena o desenvolvimento do processo até final do julgamento, convicta de que Miguel Costa Gomes provará a sua inocência”.

No texto lê-se também que “O executivo municipal mantém-se no exercício pleno das suas funções e competências, no respeito pelo mandato que lhe foi conferido, garantindo o normal funcionamento dos serviços à população”.

 

Reacção em comunicado do Município de Barcelos à prisão domiciliária de Miguel Costa Gomes, presidente da Câmara Municipal de Barcelos que através do advogado fez saber que não renuncia ao cargo e mantém-se em funções, enquanto aguarda julgamento em prisão domiciliária com pulseira electrónica depois da acusação feita pelo Ministério Público, no âmbito da “Operação Teia” que diz respeito à alegada “prática reiterada de viciação de procedimentos de contratação pública com vista a favorecer pessoas singulares e colectivas, proporcionando vantagens patrimoniais».