GASC assina Protocolo de Compromisso para formalização do projecto “Um Teto para Todos”
Realizou-se, a 26 de Julho, nas instalações do GASC – Grupo de Acção Social Cristã, a cerimónia de assinatura do Protocolo de Compromisso – Prestação de Serviços de Apoio, Acompanhamento Social e Alojamento em Apartamentos Partilhados, entre o Instituto da Segurança Social, I. P., representado por João Ferreira do Centro Distrital da Segurança Social Braga, e o GASC, com vista à formalização do Projeto “Um Teto para Todos”.
Nesta cerimónia estiveram também presentes o Gestor Executivo da Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem Abrigo, Henrique Joaquim, a Vice-Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Armandina Saleiro, bem como alguns dos residentes nas habitações.
Este Protocolo de Compromisso traz ao GASC e à rede de parceiros do “Projeto Um Teto Para Todos”, nomeadamente o IHRU e a Câmara Municipal de Barcelos, um novo organismo central nesta resposta, a Segurança Social, que potenciará novas sinergias e um novo impulso a esta resposta, capacitando-a e dotando-a de mais mecanismos e meios para o apoio das pessoas em situação de sem-abrigo, indo de encontro ao preconizado na Estratégia Nacional para a Integração nas Pessoas em Situação de Sem Abrigo (ENIPSSA) 2017-2023 – o reforço da intervenção promotora da integração das pessoas que se encontram nesta situação, bem como um maior conhecimento deste fenómeno.
Após esta cerimónia, seguiu-se uma visita aos 4 apartamentos afetos para este projeto. Importa realçar que a história do Projeto “Um Teto Para Todos” remonta a 2012, ano em que o GASC contactou o IHRU de forma a se avaliar a possibilidade de cedência de uma habitação para dar arranque a este projeto piloto e inovador no concelho de Barcelos, por forma a consolidar uma abordagem estratégica e integrada na prevenção e na intervenção no fenómeno dos sem abrigo, dando seguimento a um trabalho já dinamizado em outras respostas do GASC, nomeadamente o Refeitório Social e o Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social, onde se sentia que era necessário fazer mais, dados os recursos (in)existentes.
