Presidente da Câmara de Barcelos suspende mandato provisoriamente
Miguel Costa Gomes já entregou nos serviços camarários o pedido de suspensão de mandato por um prazo máximo de 29 dias, enquanto aguarda esclarecimentos do juiz de instrução no âmbito da “Operação Teia”.
O presidente da autarquia barcelense, que está em prisão domiciliária e impedido de contactar funcionários da autarquia, reafirma a sua inocência e admitiu à RTP que pode vir a renunciar ao mandato.
Miguel Costa Gomes suspendeu o mandato de presidente da Câmara por 29 dias enquanto aguarda esclarecimentos por parte do juiz de instrução, na medida em que diz não poder contactar com funcionários da autarquia.
Armandina Saleiro, vice-presidente, assume a autarquia. Recorde-se que Miguel Costa Gomes, em prisão domiciliária, está indiciado por corrupção passiva e prevaricação.